hoje olhei minhas mãos e pensei: a morte me aguarda. aí relaxei.
Gerar link
Facebook
X
Pinterest
E-mail
Outros aplicativos
Comentários
Postagens mais visitadas deste blog
chove. e a cidade se intumesce. faz dias q, ressequida, ela se recolhe, ferida. mas, tudo parece bem! ela não fenesce, e não há como. há queixas de todos os lados, desde a ordem mundial até a administração municipal todos são responsáveis pelos mesmos motivos hábeis de resolver esta situação. o cidadão, o administrador, o técnico, o sonhador. todos são responsáveis pelos mesmos motivos hábeis de resolver esta situação. há vidas lá fora precisando de água agora mas hoje é sábado, fica a decisão para segunda, ou não, quem sabe, terça ou quinta, quem sabe a taxação da água q salvaria uma multidão? e chove. * * * cumulus nimbus se acumulam e eu, no bus * * * como eu queria tua companhia! mesmo indireta ela seria perfeita.
O escritor ZULMIRO LINO LERMEN nasceu em Caxias do Sul, a 12 de outubro de 1917. Foi professor catedrático de inglês no Colégio Estadual Duque de Caxias (exerceu a atividade durante 35 anos), sociólogo, antropólogo, historiador e poeta. Ocupou a cadeira nº 14 da Academia Caxiense de Letras (ACL), fundada no dia 1º de junho de 1962, da qual era um entusiasta, ao lado do professor Mário Gardelin (1928-2019), de José Zugno (1924-2008), engenheiro agrônomo que dá nome ao horto florestal de Caxias do Sul e um dos idealizadores da Feira do Agricultor, e da professora Ester Troian Benvenutti (1916-1983), que participou da fundação do Museu Municipal e da Biblioteca Pública caxiense. Publicou Tabu (conto indígena que teve duas edições, uma 1942, pela Livraria Central Florianópolis, de Santa Catarina, e a outra em 1943, pela Tipografia Thurman, de Porto Alegre); Filhos de Caá (contos indígenas, 1943); Maratá (conto indígena regionalista sobre a fundação de Maratá, no município de Monte...
Natural de São João do Meriti (RJ), a poeta MARIANA BELIZE nasceu em 31 de julho de 1990. Publicou, recentemente, o livro Nada a fazer . Criou e escreve resenhas críticas no Projeto Literário Olho de Belize (desde 2015), e divulga seu trabalho na página Galpões de Sonho, no Facebook. É mestranda em Literatura Brasileira – Letras Vernáculas, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). * * * GALÁXIAS junto poeira dos enigmas alheios. tudo que faço tem o mesmo tom. pra quê escrever, se de silêncio é feita a seiva que alimenta a vida é o silêncio: retine o vidro e quebra o verso fechando a glote. como pode este céu ser tão breu * * * Cavo pouco a pouco um buraco no quintal para enfiar dentro dele a mulher desiludida. * * * quilates tradição e linhagem um de nome outra de sangue alheio no combate que não estive lava a honra no sangue e na espada fracamente a luz balança na casa onde a mãe e a me...
Comentários
Postar um comentário