Postagens

s/ título

'perco' meu tempo contemplando não tenho planos mas tenho o gerúndio me acompanhando. * * * BOBAGEM como são belas essas meninas q vejo desfilarem pela avenida. daria muito para lhes desejar um bom-dia ofertar uma flor                        ou uma poesia. * * * se fui feliz não foi pq o outro quis. eu comigo consigo. * * * JÚLIO as folhas voam lentamente. meu coração quer suplantar minha mente. * * * tempos de decisões interrompem ilusões. a vida segue, embora saiba-se breve. * * * não seria melhor nem pior              contigo. seria eu e tu.                    te ligo. * * * faça um esforço mas não force! me diga         ...

dia 28 de maio

FLORES DE PLÁSTICO meu coração elástico tende a arrebentar sem teu amor                     sem teu olhar * * * porque as palavras são larvas                no cadáver procuro usá-las de forma agradável * * * VIVER os dias em q passo sem te ver são os dias em q disfarço                                         meu viver * * * ah, eu te amo! dizia o bardo. a musa, indiferente, retrucava: quando estiver a fim, te chamo. * * * ainda não entendi. como assim? eu superafim e tu nem aí? éramos duas                ...
vivo em um mundo imundo em q os pensamentos são lentos. em relação à tal da modernidade à afasia da realidade tenho o q dizer: hah! em um ponto comum nós somos um mas um somos nós (sonho a desfazer-se) e há q se desatarem esta intrincada relação. afinal, poucos se parecem. mas,        o q me intriga é esta interpretação q não vingou. pare, olhe, siga. não é v a direção! aquilotudo é o q eu sou. e tu também, meu caro!

outro dia

chove. imóvel, sinto a água percorerr as ranhuras de minha alma. não consigo ir além do q penso. o q não significa q não sinta o frisson da vida em meu corpo. imagens se sobrepõem. eu, de calção, no pátio do prédio, com uma bola à minha frente. eu, descendo a corredeira do paranhana. eu, saltando de paraquedas. eu, no bunge-jumpee. nestas vertigens, o imobilismo.

amor

"[...] fui sentar-me ao seu lado no banco, e logo ela caiu em meus braços, agarrou-se à minha camisa e chorou em silêncio em meu ombro. agarrei seus cabelos, beijei-lhe a cabeça, apertei-a contra meu corpo. eu sentia o sangue pulsando em suas veias enquanto seu corpo permanecia em meus braços." dennis lehane, em gone, baby, gone .

uau!

"como ciumento sofro quatro vezes: por ser excluído, por ser agressivo, por ser doido e por ser vulgar." roland barthes

na boa!

nem menininha, nem coroa. tô na minha!