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ROSEANA MURRAY nasceu no dia 27 de dezembro de 1950, no Rio de Janeiro (RJ). O primeiro livro de poemas é Fardo de Carinho , publicado em 1980. Entre cerca de 100 livros publicados, encontram-se Artes e Ofícios (1990), Felicidade (1995, com ilustrações de Marilda Castanha), Receitas de Olhar (1997), Jardins (2001, com Roger Mello) e Suspiros de Luz (2018). Graduada em Língua e Literatura Francesa pela Universidade de Nancy (França) recebeu prêmios da Associação Paulista de Crítica de Arte (APCA), quatro vezes o da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) pelo livro de Melhor Poesia – além da láurea Altamente Recomendável –, e o Prêmio da Associação Brasileira do Livro (ABL). Promoveu durante muito tempo o projeto de leitura Café, Pão e Texto, quando recebia estudantes em sua casa para um “café da manhã literário”, além de realizar palestras sobre a “formação do leitor”. Desde 1994 Roseana Kligerman Murray faz parte da lista de honra do International Board on Bo...
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ZAINNE LIMA DA SILVA nasceu em Taboão da Serra (SP) em 26 de dezembro de 1994. Seus livros de poesia são Pedra sobre pedra e Canções para desacordar os homens (independente, em meio digital), ambos de 2020. Publicou, ainda, Pequenas ficções de memória (2018), com narrativas em primeira pessoa, e participou das antologias Escritoras de Cadernos Negros (2020), Jovem Afro (2017) e dos Cadernos Negros (2019 e 2018). Escreve para as páginas Zênite e para o coletivo Entre Irmãs, as duas no Facebook. É uma das cofundadoras do coletivo Flores de Baobá e do coletivo Fora da Garrafa, de arte-educação. É professora e pesquisadora, bacharel em Letras pela Universidade de São Paulo (USP). * * * REENTRÂNCIAS amar as mãos e os pés do homem negro saber quantas de suas canelas fugiram de polícias milícias quantas vezes seus ombros caíram em mãos atrás da cabeça amar suas impressões digitais debaixo dos calos de trabalho e música amar suas cicatrizes de skate cerol e...
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DEMETRIOS GALVÃO nasceu em Teresina (PI) no dia 26 de dezembro. É poeta, autor de Reabitar (2019), O avesso da lâmpada (2017), Bifurcações (2014), Insólito (2011), Fractais Semióticos (2005) e Cavalo de Tróia (2001), e do objeto poético Capsular (2015). Tem poemas publicados nas antologias Massanova Literatura (2007), Poematologia – os melhores novos poetas do Brasil (2012) e em revistas e portais. Participou do CD q.s.p. – quantidade suficiente para, em 2010, e gravou o CD Um pandemônio léxico no Arquipélago Parabólico em 2005. Professor, com mestrado em História do Brasil (UFPI), é editor da revista Acrobata e o blog Janelas em Rotação, e colabora com o site LiteraturaBR; já editou a revista AO-Revista (2011-2012) e o blog Poesia Tarja Preta (2010-2012), e participou do coletivo poético Academia Onírica. * * * a mensagem do santo é noite de chamar o santo para se proteger do fim do mundo o santo mensageiro atende o chamado e vem falar da leveza do ave...
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O poeta MARANHÃO SOBRINHO nasceu no dia 25 de dezembro de 1879 em Barra da Corda (MA). Publicou Papéis velhos... roídos pela traça do Símbolo (1908), Estatuetas (1909) e Vitórias-Régias (1911), editados de forma precária e com circulação restrita. Em 2015, organizado por Jomar Moraes, foi publicado o livro Poesia Reunida . Grande parte de seus poemas pode ser encontrada em diversos jornais em que trabalhou, tanto na capital maranhense quanto em Belém do Pará (o jornal Notícias e a Folha do Norte ), e em outros veículos do interior do estado. Participou da fundação da Academia Maranhense de Letras, em 10 de agosto de 1908 – sua cadeira é a de número 19 – e da Academia Amazonense de Letras – patrono da cadeira nº 7. Ao lado de Antonio Lobo e Corrêa de Araújo, fez parte do movimento de renovação literária denominado Os Novos Atenienses, em São Luís (MA), no final do século XIX e começo do século XX. José Américo Augusto Olímpio Cavalcanti dos Albuquerques Maranhão Sobrinho fale...
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O porto-alegrense RAFAEL IOTTI nasceu em 24 de dezembro de 1992. Em 2017, publicou o primeiro livro, Mas é possível que haja outros ; em 2019, veio o segundo, Assim guardamos as nuvens . Seus poemas também podem ser lidos em revistas literárias virtuais e, transpostos para os livros, fortalecem a necessidade de escrever, como afirma o poeta. “Eu percebi que precisava disso, da literatura, que não era uma coisa passageira, e sim vital, no final da minha adolescência. Ali eu tive a certeza que viveria e morreria disso” (2018). * * *   Caxias é triste sem ti apesar do sol de ouro e dos pinheiros regenerados   Porque o amor também recolhe as cascas disse o poeta. E nós, professores da noite, estamos submersos neste país   Longe demais do desgastante dia em que voltar pra casa seja a nossa melhor vida possível.   * * *   há pessoas que se adequam e há pessoas que não se adequam à vida. as segundas me interessam mais. é prec...