Tobias
Barreto de Meneses
(Recife, PE, 7.jun.18939 – Recife, PE, 26.jun.1889)
Que mimo!
Tu és
morena e sublime
Como a
hora do sol posto.
E, no
crepúsculo eterno
Que te
envolve o lindo rosto,
O céu
desfolha canduras
De
alvoradas e jasmins,
E
passam roçando n'alma
As
asas dos querubins...
Teu
corpo que tem o cheiro
De cem
capelas de rosas,
Que
t'enche a roupa de quebros,
De
ondulações graciosas,
Teu
corpo derrama essências
Como
uma campina em flor:
Beijá-lo!...
fora loucura;
Gozá-lo!...
morrer de amor...

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